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Economia : O neoliberalismo está "vivinho da silva"
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Enviado por Mauricio Faria em 25/11/2009 11:26:08 (45 leituras internas)
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O recente colapso da economia mundial, causado predominantemente pela falta de regulação dos mercados financeiros, provocou uma erosão na credibilidade do neoliberalismo. No entanto, segue exercendo uma forte influência na maioria dos economistas e dirigentes de empresas, sobretudo pela ausência de uma doutrina alternativa. Por que a contínua invocação dos mantras neoliberais quando as promessas desta teoria foram contraditadas pela realidade em quase todas as ocasiões? O artigo é de Walden Bello.
Walden Bello (IPS)
Manila, Nov (IPS) – O recente colapso da economia mundial, causado predominantemente pela falta de regulação dos mercados financeiros, provocou uma erosão na credibilidade do neoliberalismo. No entanto, segue exercendo uma forte influência na maioria dos economistas e dirigentes de empresas, sobretudo pela ausência de uma doutrina alternativa.
Por que a contínua invocação dos mantras neoliberais quando as promessas desta teoria foram contraditadas pela realidade em quase todas as ocasiões?
O neoliberalismo é uma perspectiva que advoga a favor do mercado como o principal regulador da atividade econômica, enquanto busca limitar ao mínimo a intervenção do Estado.
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Economia : MENOS LUCROS, MAIS SALÁRIOS
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Enviado por Mauricio Faria em 22/11/2008 17:42:47 (100 leituras internas)
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Crise: salários contra lucros
Só há uma solução: pôr fim ao retrocesso salarial, modificar a distribuição das riquezas: menos lucros, mais salários e investimentos sociais. A margem de manobra é considerável, já que os lucros distribuídos pelas sociedades não-financeiras representam, hoje, 12% de sua massa salarial, contra 4%, em 1982. Isso implica uma redução drástica de privilégios da pequena esfera social que aproveitou bem o neoliberalismo. A análise é de Michel Husson. Michel Husson - Golias Hebdo
A liquidez de hoje cria as bolhas de amanhã e a recessão de depois de amanhã. Caso se queira romper esta engrenagem infernal, não há mais que uma solução: fechar as torneiras que alimentam o setor financeiro. O principal é o retrocesso salarial. Ele está no fundamento da crise, como explica Michel Aglieta:
"A evolução do salário real e da produtividade foram desconectados, provocando uma modificação da repartição do lucro. Como manter, nessas condições, o crescimento nos países ricos? Foi preciso separar a despesa da renda, estimulando o consumo pelo crédito".
Essa tendência de baixa dos salários foi reforçada pela mundialização, como sublinha Frédéric Lordon, no seu último livro (1):
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Economia : Lula e cinco ministros buscam alternativas para compensar perdas com fim da CPMF
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Enviado por Mauricio Faria em 19/12/2007 12:36:37 (138 leituras internas)
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Brasília - Pela primeira vez desde a rejeição, no Senado, da proposta que prorrogaria a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva discute com cinco ministros medidas para compensar a perda de receita com a extinção do imposto.
Participam da reunião no Palácio do Planalto os ministros Guido Mantega, da Fazenda; Paulo Bernardo, do Planejamento; Dilma Rousseff, da Casa Civil; José Múcio Monteiro, da Secretaria de Relações Institucionais; e Miguel Jorge, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
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Economia : Temporão diz que acordo para aprovar CPMF sai rapidamente
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Enviado por Mauricio Faria em 01/11/2007 17:33:49 (132 leituras internas)
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Brasília - O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, afirmou hoje (1º), depois de audiência pública na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, que acredita na aprovação da proposta de emenda constitucional (PEC) que prorroga até 2011 a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF).
"Acho que as coisas avançam, debatendo, argumentando, contrapondo números, posições e idéias. O resultado está sendo muito positivo", disse Temporão.
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Economia : Mantega não aceita reduzir prazo de vigência da CPMF, mas concorda com cinco...
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Enviado por Mauricio Faria em 25/10/2007 17:11:09 (154 leituras internas)
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Mantega não aceita reduzir prazo de vigência da CPMF, mas concorda com cinco pedidos do PSDB
Brasília - O prazo de vigência da Contribuição Provisória sobre a Movimentação Financeira (CPMF) foi a principal divergência entre o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e líderes do PSDB, que se reuniram em um almoço no ministério. Os tucanos só aceitam votar a favor da prorrogação se a vigência for de apenas um ano, mas o governo quer que o texto que saia do Senado tenha o mesmo teor daquele aprovado na Câmara, ou seja, com vigência até 2011.
Outras cinco exigências – redução da carga tributária; reforma tributária; mais recursos para a saúde; enquadramento da União na Lei de Responsabilidade Fiscal e redução de gastos do governo - feitas pelos senadores Arthur Virgílio (AM), líder do partido no Senado; Tasso Jereissati (CE), presidente do partido, e Sérgio Guerra (PE), foram aceitas por Mantega, que no entanto pediu uma semana apresentar números concretos.
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